domingo, 7 de maio de 2017

- A energia da vida: "MÃE: A CONSAGRAÇÃO DA VIDA E AMOR ETERNOS "


Para ti, MÃE, que partiste tão recentemente, presto-te, aqui, uma vénia, o meu agradecimento e a minha homenagem, 
A todas as MÃES deste mundo, presto aqui, a minha homenagem,
MÃE, é a consagração da VIDA e AMOR eternos, em cada um de nós...



Ela veste-se de sol e de estrelas.
Alberga, em si, a luz e a Graça Divinas,
É a vida, gerando a própria vida,
Num movimento contínuo, perpétuo.

E a vida, nascida de si,
Abrigar-se-á nos seus braços,
Alimentar-se-á nos seus seios,
Mirar-se-á, embevecida, nos seus olhos...

Feliz, o filho que pode, de mil formas, expressar a sua Mãe, o seu amor.
Feliz, o filho que pode, de mil formas, receber de sua Mãe, o seu amor.

MÃE, é Vida,
MÃE, é Amor e Luz,
MÃE, é a expressão Divina do “Ser”…

Um dia, porém, ela vestir-se-á com a luz do pôr do sol,
E, resoluta, seguirá o seu caminho,
Deixando ao mundo, em legado, a Luz da Vida e Amor eternos…
E, essa Luz, jamais se apagará…
É que Mãe, não morre nunca.

É ETERNA! 
Viverá para sempre… 
                                                                                 
                               Maria João Vitorino
                                    07.05.2017 (Dia da Mãe)


Nota: Editorial publicado na Edição n.º 103 de Abril de 2017 do Jornal Daqui de 8 de maio de 2017

domingo, 5 de março de 2017

« - Quando a Vida Era Perfeita Não Havia História»


Há uma totalidade no universo, que urge reconhecer.
É preciso ultrapassar o plano dos desejos pessoais, da competição, do espírito de julgamento e de comparação, para, finalmente, nos unirmos ao universal...
Cada um de nós, é uma parte do todo...
Aquele que compreende a mensagem do Reiki e do seu mentor Mestre Mikao Usui, torna-se "invisível", não reclama por reconhecimento, porque é uma parte do todo. 
É, apenas, um canal, um veículo de energia universal.
Aquele que adotou a filosofia do Reiki não é "ninguém especial". Aquele que adotou e prossegue a filosofia do Reiki é, apenas, uma manifestação, através da qual se descobre o universo e a criação...
Apenas, hoje, sou bondoso.

«Nos tempos em que a vida na terra era perfeita ninguém prestava atenção especial aos homens de valor, nem se destacavam os homens competentes.
Os governantes eram simplesmente os ramos mais altos da árvore, e as pessoas eram veados dos bosques. Eram honestas e justas, sem saber que “estavam a cumprir o seu dever”. Amavam-se, umas às outras, sem saber que isso era “amar o próximo”.
Não enganavam ninguém, no entanto não sabiam que eram “homens de confiança”.
Eram íntegros e não sabiam que isso era “boa fé”. Viviam juntos em liberdade dando e recebendo sem saberem que eram generosos. Por esse motivo os seus feitos não foram narrados. Não fizeram a história.»

Chuang-Tzu


05.03.2017
Malveira

Maria João Vitorino




sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

- Certificado de Curso de Reiki


Reprodução de artigo publicado na página http://www.associacaoportuguesadereiki.com/reiki/reiki-em-portugal/2017/02/01/esclarecimento-certificados-cursos-reiki/ em 2017.02.01


«ESCLARECIMENTO SOBRE CERTIFICADOS DE CURSOS DE REIKI
O que são os certificados dos cursos de Reiki, os direitos dos alunos e Mestres, estes são alguns pontos que merecem uma atenção cuidada e que aqui colocamos, para reflexão. Apenas participar num momento, não é indicativo de adquirir todas as competências de um curso.
  1. Se, eventualmente, estiver interessado em frequentar um Curso de Reiki deve procurar um Mestre de Reiki* (certifique-se, que este o é, de facto) e inscrever-se, prévia e antecipadamente, na formação agendada, manifestando, dessa forma, o seu interesse e propósito de vir a frequentar a pretendida formação.
  1. Esclarece-se que, o facto de se apresentar no dia e horário do curso na referida formação e de nela participar, não significa que, a final, tenha o direito de obter do respectivo Mestre, documento que certifique a sua aptidão e competências para a prática do Reiki.
  1. Cabe ao respetivo Mestre/Formador avaliar, no final da formação, se o formando adquiriu, ou não, os ensinamentos, teóricos e práticos, necessários às boas práticas do Reiki e bem, assim, se detém, ou não, a aptidão e sensibilidade consideradas necessárias ao seu exercício.
  1. Os formandos que participem em curso de formação de Reiki e demonstrem ter obtido a necessária compreensão dos ensinamentos, teóricos e práticos, transmitidos pelo respetivo Mestre de Reiki terão, a final, direito a receber deste, documento (nos termos definidos pela A.P.R.) que certifique a sua participação/aptidão na referida formação.
  1. Este documento deve ser datado e assinado pelo Mestre que o emitiu, dele devendo constar a respectiva identificação e número de Associado da Associação Portuguesa de Reiki, e bem assim, a menção ao sistema de Reiki que foi lecionado.
  2. O referido documento só será emitido e entregue aos formandos que completem, na íntegra, a formação.
  1. Não terão direito a obter documento que certifique a sua participação os formandos que desistam, voluntariamente, de continuar a frequentar um curso de Reiki, já iniciado, seja em que momento do curso, for.
  1. Recomenda-se que, os Mestres Formadores prestem, no início de cada curso, de forma expressa e inequívoca aos seus formandos, informação sobre os exatos conteúdos do curso e sobre quais são, concretamente, as matérias que são consideradas necessárias ao bom desempenho e às boas práticas de Reiki.
  1. Nos termos do disposto no artigo 25.º, n.º 1 do Regulamento Admissão e Exclusão dos Associados e Regime Disciplinar da A.P.R., é conferido ao Mestre de Reiki o direito de se recusar a dar formação, caso considere que não estão reunidas as condições adequadas ou de segurança, para o fazer, nomeadamente, quando o formando evidencie qualquer tipo de perturbação, indiciando estar sob influência de álcool, medicamentos e/ou de substâncias psicotrópicas, ou ainda, quando demonstre atitudes manifestamente intimidatórias, ofensivas ou, de alguma forma, suscetíveis de perturbar a tranquilidade do Mestre de Reiki formador ou o seu desempenho.
 *Nos termos do artigo 25.º, n.º 1 do Regulamento Admissão e Exclusão dos Associados e Regime Disciplinar da A.P.R., entende-se por “mestre de Reiki ou mestre formador” o praticante de Reiki que adquiriu através de um mestre de Reiki, devidamente habilitado, o nível mais elevado do seu sistema de Reiki, e por via das competências e conhecimentos adquiridos detem, comprovadamente, a habilitação necessária para a passagem do conhecimento de cada um dos níveis de Reiki.»

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

- Fazer dieta e cuidar do corpo físico, não basta! E a sua mente?



Pois é. Fazer dieta e cuidar do corpo físico, não basta.
Quantos, de vós, se preocupam em manter a mente sã, com vitalidade, energia e harmonia? Quantos se preocupam em compreender a si mesmos e à sua própria mente?
Provavelmente, muito poucos.


Neste workshop,  o pensamento é o instrumento de reflexão.
Na escola, desde a infância ensinaram-nos o que pensar, mas não nos ensinaram a pensar, nem a conhecer, por nós, os processos da mente, os seus conteúdos, os seus movimentos.  
Estamos tão condicionados, tão manipulados que continuamos a percorrer os mesmos caminhos de outrora, em termos existenciais.
Continuamos violentos, a competir uns com os outros, a criar hierarquias, muros e separação, a reagir com agressividade, a magoar-nos, mutuamente,  e a fecharmo-nos, cada um de nós, nos nossos ilusórios lugares de segurança e de conforto.

E o que é que vemos?
O caos!

Em boa verdade: como pode ser feliz, sem se conhecer, verdadeira e profundamente, a si mesmo?

Como pode deixar de se sentir "desorientado", "desencantado" e até doente, se já fez, tantas formações, gastou tanto dinheiro e energia e, volvido o "encanto"  e a "febre" de cada formação, voltou ao mesmo ponto de sempre?
Ou, talvez tenha até sentido, alguma diferença. Oxalá, que sim!

Seja como for, não basta.
Não é suficiente.
A compreensão do conteúdo dos cursos de Reiki é, a maior parte das vezes, meramente do foro verbal, intelectual. A repetição das técnicas torna-se mecânica, repetitiva.

Não chega para operar a pretendida mudança interior.
E, de facto, quando as vicissitudes chegam (perdas, conflitos, agonias, incompreensão), manifesta-se o mesmo padrão de sempre: o sofrimento...

Essa, é a verdade.
De facto, como pode ser feliz, sem se conhecer, verdadeira e profundamente, a si mesmo?

Como pode a sua vida ser harmoniosa, se não conhece o seu próprio processo de pensar, a natureza e o movimento do seu pensamento? Se não se conhece a si mesmo!

Se nao se conhece a si mesmo, nem ao seu próprio processo de pensar, tudo, em si, se manifesta vago e nebuloso.
E, mais tarde ou mais cedo, senti-lo-á de forma, mais ou menos, pungente.

O autoconhecimento é o caminho para a felicidade.
Muitas pessoas, nem sabem, o que significa...

É preciso amar-se a si mesmo, deveras, para o compreender.
E é preciso compreender o Amor, para poder amar-se...

Se conhece a filosofia simples do Reiki, sabe que a honestidade é a base, o começo.
O  Mestre Mikao Usui, dizia que o reiki é a arte secreta de convidar a felicidade.
 E é, de facto, uma excelente porta de entrada para o conhecimento de si mesmo.

O Mestre Mikao Usui definiu as coordenadas, para a nossa interioridade: autoconhecimento.
Este, é o princípio e o fim. 
Não busca um resultado.
É um processo.

O autoconhecimento, vivido  de forma séria e honesta, é o  processo que o fará regressar à fonte da vida: a quem, verdadeiramente, é.

E só então, poderá descobrir a Verdade, Deus e o Amor...

 Honestamente, apenas, hoje...


Maria João Vitorino
https://www.facebook.com/events/630451373806063/




domingo, 22 de janeiro de 2017

- Um verdadeiro Mestre não pode ajudar-nos...

Há uma porta, na vida de cada um de nós, por abrir.
Há uma porta, que todos temos de atravessar: a porta para nós mesmos. Mas, muitos a desconhecem.
Muitos, partem sem a conhecer.

Outros, têm uma ideia algo vaga de que essa porta existe. Ideia, essa, retirada dos muitos livros já lidos ou das palavras dos "Mestres", ouvidas em mil e uma formações. Esses, perdem-se no embrenhado dos ensinamentos, dos dogmas, dos ritos nunca refletidos, nem questionados.
Estes, tendem a tornar-se algo insensíveis, mecânicos, repetitivos e hão de atingir, apenas, os "resultados espirituais", as experiências, criados pelo desejo da própria mente, resultados esses, que não deixam de propalar e de apregoar.
Mas, se o "resultado espiritual" é desejo, é coisa criada pela mente e não tem qualquer significado. É consabido que a mente, mente.
A mente só pode atuar nos limites do "conhecido" e do seu próprio condicionamento.

Outros, por sua vez, já compreenderam que nenhum Mestre, nenhuma coisa exterior a si mesmos, lhes pode trazer a paz que almejam.
Destes, alguns conheceram "mestres falsificados" (que visam, unicamente, a promoção pessoal) e compreenderam que a verdade e a honestidade são o seu único caminho.

Um verdadeiro Mestre não pode ajudar-nos...
Porque cada um de nós tem de conhecer-se e de compreender-se a si mesmo.

Na verdade, podemos ir ao psicólogo ou ao psicanalista, para descobrir algo sobre nós mesmos, mas isso não é autoconhecimento.

Autoconhecimento não constitui um resultado, um objetivo a atingir.
Autoconhecimento é um processo, para o qual, não há fórmula.

O que importa, é que nos compreendamos a nós mesmos, porque temos, uma vida inteira para percorrer: sózinhos, connosco , mesmos, com os nossos próprios pensamentos.

E, compreendendo quem somos, poderemos, também, compreender os "outros".

Só, cada um de nós, tem a capacidade de se conhecer, profundamente, a si mesmo.
Só, cada um de nós, vive consigo mesmo, 24 horas, a cada dia.
Só, cada um de nós, pode observar-se a si mesmo e aos seus próprios processos internos: de pensar, sentir e de agir nos seus relacionamentos (com as pessoas, as coisas, as suas ideias e crenças).

E, quando nos conhecemos a nós mesmos...
Quando nos conhecemos a nós mesmos, conhecemos, finalmente, o Mestre, em nós…


Apenas, hoje...


Mafra, 22 de janeiro de 2017

Maria João Vitorino

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

«- Que stress o Natal!»


 Nos últimos dias tenho ouvido, uma e outra vez, aqui e ali, esta afirmação:
 - “Que stress o Natal!”.

Obviamente, tal afirmação só pode estar associada a um “Natal-comercial”, essa espécie de moda a que a nossa sociedade aderiu e que se expressa numa certa compulsão para a aquisição de bens materiais destinados a presentear, nesta quadra Natalícia, familiares e amigos e onde se tende, também, a privilegiar/premiar aqueles que mais se ama, ou por quem se nutre um especial respeito ou carinho, ofertando-lhes (dentro das possibilidades de cada um) os melhores  presentes, por relação aos demais.


Mas, façamos, aqui, uma pausa.


- Será que existe, neste mundo, algum bem, alguma coisa material que possa, verdadeiramente, traduzir, expressar, representar ou intermediar, o amor/afeto que cada um sente, pelo outro?


No Natal celebramos o nascimento de Jesus Cristo. E Deus, Pai Todo-Poderoso, Criador do céu e da terra e de todas as coisas, visíveis e invisíveis, quando chegou a este mundo mostrou-nos o caminho: fez-se menino, um pedacinho de carne e de gente, inocente, frágil, para ser recebido e tomado nos braços do amor. Porque queria ser amado, sentir-se amado.

Por isso, não poderia ter chegado a este mundo de forma diferente. É que, Deus é amor. Vive onde existe amor. E “amar” é o seu verbo, o seu ensinamento.

O Natal é, essencialmente e, em primeiro lugar, a celebração do mistério da infância, da inocência e do amor. Por isso, é o tempo do “renascimento”, da mudança e da transformação interior. 

É o tempo de fazermos regressar a nossa alma de criança que, ao longo do tempo, fomos amordaçando e amortalhando por detrás das nossas “máscaras da importância”, dos nossos rótulos, dos nossos títulos, dos objetos que possuímos e dos cartões de crédito. 

E é absolutamente necessário ressuscitar a criança que fomos, para podermos olhar a vida e o mundo com esperança e alegria.

Celebrar o Natal é simples. Basta que nos tornemos simples.

Na verdade, receber um abraço afetuoso, um beijinho, um gesto sincero de amor e de ternura, fá-lo-á sentir bem melhor e mais feliz, do que receber qualquer presente.

Para celebrar o Natal seja simples e ame, simplesmente.

Deus, Pai Todo Poderoso, abeirou-se, de nós, como um ser “pequenino”, fazendo-se menino, porque queria ser amado. 

Poderão os homens conhecer a Deus e aproximar-se de Deus por um caminho diferente?


É, preciso, que nos tornemos humildes e “pequeninos” para compreender o Natal, a vida e, nela, todas as coisas…


Artigo publicado a fls. 6 do n.º 99 do Jornal Daqui, Mafra, com data de  14 de dezembro de 2016 - http://www.jornaldaqui.com.pt/


E, aproveito o ensejo, para vos desejar umas BOAS FESTAS e um FELIZ NATAL!

Maria João Vitorino

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

- VII CONGRESSO NACIONAL DE REIKI - «SER FELIZ? » - O que te prende?



VII CONGRESSO NACIONAL DE REIKI
Escola Superior de Tecnologia da Saúde
Lisboa




Realizou-se no passado dia 29 de Outubro de 2016,
 na Escola Superior de Tecnologia da Saúde, em Lisboa, 
o VII Congresso Nacional de Reiki. 

Este evento foi organizado pela Associação Portuguesa de Reiki:
 http://www.associacaoportuguesadereiki.com/congresso/

E, nele, compareceram cerca de 400 pessoas.

Foram oradores, a saber: 

- Anabela Ventura (Investigadora em Neurociências na Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, com o tema: “Reiki como intenção à distancia pode influenciar a mente?” e Valter Jacinto (Voluntariado Ambulatório - Reiki como intenção à distancia pode influenciar a mente?);
- Johnny De' Carli (Mestre de Reiki e Autor com o tema: “As outras ciências de Mikao Usui (II)”;
- Pamela Miles (Mestre de Reiki – EUA, que apresentou, também, um Workshop, sob o tema: “Sistema de Equilíbrio em 4 passos ao comunicar sobre Reiki”; 
- Carmen Cid (Mestre de Reiki – Espanha, que apresentou o tema: “Reiki, a energía e os códigos numéricos”; 
- Diana Pinheiro (Especialista de MTC - Medicina Tradicional Chinesa, com o tema: “Alimentação saudável: Amplie a sua energia, estabilize emoções.”; 
- Juliana De' Carli, que apresentou o tema: Ho' Oponopono - Técnica do Ho’ Oponopono em complemento ao Reiki;
- Sofia Dias  (Estudo académico – “A Estimulação Sensorial na Demência.”;
- Joana Barradas, que apresentou uma peça de teatro zen  e, 
- Maria João Vitorino (Comissão Nacional de Ética para a Terapia Reiki), com o tema: “Cinco princípios para uma Vida Feliz.”; 

E, nos Workshop's:

- Ricardo Garé (Reiki para Animais Brasil- Os Princípios do Reiki nos animais, o que eles têm para nos ensinar);
- Eva Pets (Reiki para Animais - Os Princípios do Reiki nos animais, o que eles têm para nos ensinar); 
- Carla Brito (Coordenadora de Reiki para Animais Lisboa - A experiência do voluntariado em Reiki Animal);
- Fátima Cunha Velho (Reiki para Animais -Técnicas de tratamento de Reiki para Animais); e
- Olívia Morais Pimentel (Reiki para Cavalos).


  ***

Partilho, aqui, sumariamente, alguns dos registos de imagens retirados da página do facebook da Associação Portuguesa de Reiki (em http://www.associacaoportuguesadereiki.com/reiki/reiki-em-portugal/2016/10/31/vii-congresso-nacional-reiki-partilha-convivio-experiencia) e, ainda, da apresentação, em PPT, que foi, ali, levada a efeito, sob o título:



«CINCO PRINCÍPIOS DE REIKI PARA UMA VIDA FELIZ»








:



























 














Ser feliz? 

«O que é que te prende?»

***

Sublinho a mensagem mais genuína
 e profunda, proferida pelo Mestre Mikao Usui:

 "Reiki é a arte secreta de convidar a felicidade."

 Reiki é o "portal de entrada" para si mesmo, 
para quem é,
 para a fonte da própria vida...

Tudo começa em si...
Você é tudo!A "luz" é interior...
 É a "luz da compreensão" ...

Refletir, por si mesmo, 
é tão necessário...
Comece, mesmo, pelo princípio e vai ver, que irá longe...





Muito grata à Direção da A.P.R. pela possibilidade de estar, ali, presente.


Muito obrigado a todos quantos assistiram ao Congresso e a esta apresentação.

Muito obrigado pelos abraços, pelas lágrimas, pelos comentários.

Todos, estivemos, ali, no púlpito.
Juntos, de mãos dadas, 
e o tempo, 
fez-se, ali, "presente"...


Um mui afetuoso abraço.
Maria João Vitorino




quarta-feira, 14 de setembro de 2016

- Esclarecer, informar e devolver o Reiki ao Reiki


Pese embora muito se fale de Reiki e este seja, cada vez mais, apreciado e praticado no nosso País e em todo o mundo, certo é, que nem todas as pessoas se apresentam, ainda, suficientemente esclarecidas, acerca do que é, verdadeiramente, o Reiki.
Recentemente, contou-me uma pessoa amiga que, estando sentada no jardim de um parque público de uma cidade do nosso País, não pode deixar de ouvir este diálogo (que reproduzo, seguidamente), entre duas Senhoras que, por ali, caminhavam:
«- Reiki? O que é isso? – Perguntou uma delas.
«- Ah! Não sabes?» – Questionou a segunda Senhora, dirigindo-se à primeira – «Reiki é uma religião japonesa!» – Respondeu, de forma convicta.
Bem, na sequência desta resposta, havemos de concluir que, em vez de uma pessoa mal informada acerca do que é o Reiki, temos, agora, duas pessoas mal informadas e estas, por sua vez, hão de continuar a reproduzir informação errada, acerca do que é o Reiki, a outras pessoas.

Impõe-se, pois, a verdade e o esclarecimento.

Diz o nosso povo que: “o saber não ocupa lugar”.
Mas, ocupa, sim.
O saber ocupa o lugar da ignorância…

O Reiki é, ou não é, uma “religião japonesa”?

Visando o efetivo esclarecimento, devemos começar por procurar a própria definição da palavra “religião”. E, a fls., 3138, do Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa, do Instituto António Houaiss de Lexicografia Portugal, Tomo VI, Ed. do Círculo de Leitores, 2002, encontramos a sua definição:
«1. culto prestado a uma divindade; crença na existência de um ente supremo como causa, fim ou lei universal 2 conjunto de dogmas e práticas próprias de uma confissão religiosa 3 a manifestação desse tipo de crença por meio de doutrinas e rituais próprios 4 crença, devoção, piedade 5 reverência às coisas sagradas (…)»
Ora, tendo em conta a definição supra reproduzida podemos afirmar, clara e expressamente, sem evasivas, nem reservas, que o Reiki não é, a nenhum título, uma “religião”.
Na verdade, no Reiki, tal como o conhecemos e praticamos:
– Não se adoram divindades;
– Não se apela a qualquer sistema de “crenças” num ente supremo (e mais: não é preciso acreditar nos efeitos do Reiki, para que estes se produzam; nem se utilizam no Reiki quaisquer processos de sugestão psicológica ou de efeito placebo);
– E não se professam dogmas, nem práticas próprias de uma confissão religiosa.
Religiões japonesas, adiantar-se-á, são nomeadamente: o xintoísmo, o budismo e o cristianismo, entre outras. Mas o Reiki – reitera-se – não é uma religião.

É preciso: «Esclarecer, informar e devolver o Reiki ao Reiki.»

E, permitam-me, aqui, dizer o seguinte: para sermos, verdadeiramente, sérios e honestos para connosco mesmos e nos nossos relacionamentos com os outros, devemos, antes de emitirmos uma opinião acerca de qualquer assunto que não conhecemos bem, procurar informação, junto de fontes fidedignas. Caso contrário, se não estamos aptos para expressar uma opinião ou conhecimento consistente e claro, devemos, simplesmente, silenciarmo-nos ou admitir que não sabemos. É, esta a conduta que devemos exigir, uns dos outros. É simples e não custa nada.
Na prossecução das suas atribuições, a “Monte Kurama – Associação Portuguesa de Reiki” – que existe, desde o ano de 2008 – tem contribuído com o seu labor e dedicação, para o esclarecimento e informação públicos, acerca do que é, e do que, não é, o Reiki.
Esta associação de direito civil, criou no ano de 2015, a “Comissão Nacional de Ética para a Terapia Reiki” (abreviadamente conhecida por C.N.E.T.R.), com o objetivo de, entre outras competências, levar a efeito ações de esclarecimento público.
Um dos lemas adotados por esta comissão é, precisamente, aquele que utilizei para dar título a este artigo, e que é da autoria – sublinho – da C.N.E.T.R.: «Esclarecer, informar e devolver o Reiki ao Reiki.»
No Reiki, como em qualquer área da vida, é preciso que, todos, sejamos muito sérios, honestos e rigorosos. E, para podermos colocar tudo no sítio certo, é preciso ver o verdadeiro, como verdadeiro e o falso, como falso, sem artifícios, nem reservas mentais.
De facto, nos dias que correm – e atente-se – nem tudo aquilo a que se chama Reiki é, na verdade, Reiki. Por isso, mesmo, o esclarecimento e a informação, impõem-se sobremaneira.


O que é, a final, o Reiki?


Se procurar, vai encontrar, decerto, muitas definições.
Deixo-lhe, aqui, contudo, esta definição: Reiki é uma terapêutica complementar e integrativa, de origem japonesa, integrada no âmbito das terapias holísticas e bio energéticas, que baseando-se no conceito oriental de energia vital, funciona através da imposição das mãos, com o objetivo de restabelecer o equilíbrio vital de quem dela beneficia e promover a sua saúde, bem estar e harmonia.
Ou melhor e como o definia o seu fundador: o Mestre Mikao Usui (1865-1926):
«O Reiki é a arte secreta de convidar a felicidade.»

De forma, ainda, mais simples e compreensível: Reiki é uma prática de saúde e uma filosofia de vida.
É que, para além das técnicas e ensinamentos ministrados nos vários níveis de formação, que lhe permitirão aprender, desde logo, a tratar de si mesmo e de outras pessoas, o Reiki propõe, também, aos seus praticantes uma mudança de consciência, uma nova perspetiva de vida, uma nova forma de viver expressa em cinco princípios:
«Apenas, hoje, sou calmo, confio, sou grato, trabalho honestamente e sou bondoso.»

Mas, deve saber, em abono da verdade, que o Reiki não é considerado uma “prática terapêutica não convencional”, na definição dada pela Lei n.º 45/2003, de 22 de agosto.

Adiante-se, ainda que, a aprendizagem do Reiki é simples.

Mas, embora possamos aprender e até compreender os princípios de Reiki, com relativa facilidade (ao nível verbal e intelectual), não é, contudo, muito fácil cumpri-los (de corpo, mente, alma e coração)…
Todavia e independentemente de qualquer ideia, ou opinião, que tenha acerca do Reiki, este atua e os seus efeitos fazem-se sentir, quer acredite, ou não.
Neste contexto, se se permitir desfrutar de uma sessão de tratamento, deixe de parte as suas opiniões e conclusões. Elas são flagrantemente limitativas.
Mais: os “pré-juízos” e “ideias preconcebidas”, negar-lhe-ão, indubitavelmente e à partida, a possibilidade de usufruir de uma enorme sensação de paz e de relaxamento, tão necessários para o bem estar de cada um.

Usufruir do estado de saúde, constitui um dos direitos fundamentais de todo o ser humano.

E, sublinho: a “saúde” não consiste, apenas, na ausência de doenças ou de enfermidades. A saúde, traduz-se, nada mais, nada menos, do que: por um estado de completo bem-estar físico, mental, emocional e social.
E é este “estado de bem estar”, que o Reiki lhe poderá proporcionar.
Pessoalmente, experimentei Reiki, fiz formação em Reiki, pratico-o e recomendo-o, também, a si.
Se despendeu o seu tempo de vida a ler este artigo é porque, decerto tem interesse neste tema.
Seja, como for, aceite um conselho: se tiver dúvidas esclareça-as junto de fontes fidedignas, acedendo, nomeadamente, à página da Associação Portuguesa deReiki, onde poderá encontrar toda a informação que necessita e dilucidar todas as suas dúvidas.
Texto: Maria João Vitorino

Este artigo foi publicitado na Revista "O Praticante" em http://www.opraticante.pt/esclarecer-informar-devolver-reiki/ 

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